quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O PIG e o Haiti salvaram Serra


Em postagem anterior nós haviamos afirmado que deveriam ser investigadas as ocorrências de contaminação da água no litoral paulista.
Devido a grande quantidade de pessoas contaminadas a responsabilidade do Estado era inequívoca, seja pela responsabilidade direta pela falha dos órgãos de saúde, seja pela omissão no socorro e esclarecimento da população.
A notícia no jornal Agora e comentada no Conversa Afiada, confirmam nossas suspeitas de responsabilidade do governo tucano através da má gestão Sabesp.

Terremoto e o PIG

A repercussão do terremoto no Haiti, e antes, o Partido da Imprensa Golpista encobriram mais essa lambança dos demos-tucanos paulistas que buscam o mote de bons gestores do estado mínimo para se contrapor ao Estado como agente de desenvolvimento.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

O que fede no saneamento básico de SP


Os sintomas de contaminação de pessoas no litoral sul de São Paulo merecem ser melhor apurados antes de culpar vendedores ambulantes como tem feito a GNT, canal pago da Globo que se esmera em não citar responsabilidades de governo quando José Serra está envolvido.

O grande número de contaminados, cerca de 1.500, é um fato que por si já envolve autoridades sanitárias do município e do Estado, quer queiram ou não. Mas até agora não houve explicação convincente por parte dos responsáveis da saúde ou do saneamento básico.

A Sabesp, empresa estatal responsável pelo saneamento básico na maioria do Estado de São Paulo fez um comunicado oficial garantindo a qualidade da água, porém, segundo o jornal Diário do ABC, há contestação de especialistas.

Verdade parcial ou mentira inteira?

Apesar da evidente necessidade de informar a população sobre qual o real motivo da contaminação, a empresa de edição de notícia dos marinhos prefere sugerir que a responsabilidade é das vítimas ou de um complô de vendedores ambulantes. Aceita a nota da Sabesp sem a menor contestação e não consulta fontes diferentes sobre o caso.

Não é de espantar porque, para a Globo, jornalismo confunde-se com o departamento comercial e com os interesses políticos do tucanato paulista e a Sabesp foi a grande financiadora da propaganda do governo Serra pelo Brasil todo, em 2009.

Sabotagem?

Aparentemente, Serra usa a mesma tática que FHC usou para criar a Petrobrax; o desmonte do patrimônio público.
A administração tucana em São Paulo promoveu várias demissões do quadro da Sabesp e da CETESB e, simultaneamente, vem terceirizando os serviços antes efetuados por profissionais concursados.
As consequências podem ser verificadas na queda da qualidade do saneamento básico prestado aos paulistas, nas enchentes, na diminuição da fiscalização do meio ambiente e da saúde.

O Sintaema, Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, denunciou a o criminoso abandono da estação de tratamento de esgoto na zona leste, uma das áreas mais afetadas com as enchentes do rio Tiête.
O jornal da entidade, edição 719, aponta razões para a falha de escoamento das águas no Jardim Pantanal, a falta do tratamento de esgoto, além de relatar o total descaso com a manutenção de equipamentos caríssimos comprados com erário público.

Nenhuma empresa de edição de notícias consultou o sindicato ou investigou as responsabilidades da prefeitura e do governo do Estado nesses episódios.
O mesmo não acontece quando a cobertura da tragédia da chuva volta-se para o Rio de Janeiro. Laudos técnicos, especialistas, comentaristas, vítimas, parlamentares, todo tipo de gente está sendo ouvida em relação à ocorrência de Angra dos Reis.

Algo fede na gestão do saneamento básico em São Paulo e Serra e Kassab não conseguem esconder, mas a imprensa golpista insiste em não mostrar.
Os paulistas estão reféns do desgoverno demo-tucano e de um jornalismo que se comporta hora como partido, hora como balcão de negócios.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Boris, o limpo

Boris Casoy é uma daquelas vozes do conservadorismo que reina na elite brasileira. Com um mal disfarçado moralismo, ataca os movimentos sociais, governos progressistas e defende o que há de mais retrógado no país. Faz isso em um tom empostado, artificial, ancorado no bordão "É uma vergonha".

No entanto, Boris que já objeto das nossas ruminadas, provou o que linguistas e freudianos confirmaram e o povo, em sua sabedoria, profere: ninguém é dono das palavras de dpois de ditas.
Boris, o limpo, destilou seu preconceito contra os garis, trabalhadores imprecindíveis em qualquer parte do mundo. Sabemos que quem tem um preconceito, tem vários. Não nos surpreendeu a revelação de seu racionarismo contra trabalhadores, mas não escondemos a felicidade desmascarar mais um bastião do PIG.
Depois de assistir ao vídeo podemos ter ideia do que esse jornalista pensa do povo sobre qual fala.



domingo, 6 de dezembro de 2009

Cancele a assinatura da Folha e da UOL


(ou a censura da ditabranda)

O Conversa Afiada e o Viomundo, divulgaram que a Folha de São Paulo, no melhor estilo da ditabranda, censurou o blogueiro Antonio Arles por fazer campanha pelo cancelamento das assinaturas da Uol e da própria Folha.
Ao censurar blog Arlesophia a empresa dos frias* mostra porque apóia o golpe em Honduras, torce pelo autoritário José Serra, defende o regime militar e mente mais que o Goebels: tem rabo preso com a direita.

A Folha tem vergonha de assumir a sua postura de jornal que defende a UDN golpista do passado reencarnada nos demo-tucanos de hoje. Finge defender a liberdade de imprensa, mas defende escancaradamente a liberdade de empresa com todo seu aparato jurídico, político de publicitário, atacando onde e quando quer qualquer um que afronte suas "verdades" editadas.

Solidarizar-se com o blogueiro é defender a verdadeira liberdade de expressão e não aquela vendida pelo jornal da ditabranda, da falsa ficha da ministra Dilma Roussef, do golpe "legítimo" em Honduras, do Lula "estuprador".
A melhor forma de punir esse tipo de jornalismo papel-higiênico é atingi-lo em suia parte maus sensível - o bolso.

* frias em letras minúsculas, de acordo com a estatura de seu pseudo jornalismo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A revista Veja e o Panetone Gate


O PIG se protege, jogaram para baixo do tapete as relações da revista Veja com o cabeça do Panetone Gate, governador José Roberto Arruda.
A edição 2121, da mais desacreditada revista semanal do país, traz um Arruda decidido a apagar a péssima imagem deixada com o escândalo do painel do Senado Federal.
Eleito governador, critica o governo Lula, coloca-se ao lado de José Serra e Aécio Neves para a sucessão presidencial e comenta sobre sua administração.

Fórmula neoliberal

A certa altura da peça publicitária, mal disfarçada em entrevista, Arruda declara:

"Quando assumi, vi que apenas o pagamento das contas consumia todo o orçamento, não sobrava um tostão para investir. Fiz uma reengenharia do estado. Cortei o número de secretarias de quarenta para vinte, demiti 23 000 servidores públicos contratados sem concurso, retirei as vans piratas das ruas e acabei com as invasões. Também passei a gastar menos, paguei as dívidas e já no segundo ano retomei a capacidade de contrair novos empréstimos e de investir com recursos próprios. Hoje há 1 750 obras na cidade. A média da população, que viu o esforço de contenção de gastos e vê o retorno agora, está feliz. Mas a pessoa que perdeu seu emprego não vai enxergar isso porque o interesse pessoal dele está acima do interesse público."

O demo-tucano aplicou a velha receita neoliberal da demissão indiscriminada para reduzir a eficiência Estado e terceirizar serviços. Com isso, diminuiu os mecanismos de controle e aumentou as chances de tráfico de influência e desvio de dinheiro público.
O a ex-grande imprensa edita o escândalo de forma a condenar o funcionalismo público, mas omite que a corrupção no governo Arruda assumiu grandes proporções a partir da privatização do Estado e redução drástica de funcionalismo capacidado e aprovado em concurso.

Não é o primeiro nem o único governo demo-tucano que adota a mesma fórmula de fragilização do patrimônio e serviços públicos. Em São Paulo, paira um criminoso silêncio sobre as suspeitas de corrupção na Companhia do Metrô, nas secretarias de Educação, Saúde e no Detran.

Veja e o violador

O Panetone Gate do demo-tucano José Arruda está desnudando, com provas materiais, os interesses políticos e financeiros dos mercenários da pena que defendem a "liberdade de empresa" a partir da Folha de São Paulo, Estadão, Globo,Veja e vários outros meros repetidores de editoriais.

O blog do jornalista Luis Nassif deu grande visibiladade à negociata entre Arruda e Veja, divulgada em primeira mão pela blogueira Paola Lima. Flagrada, a revista dos civita aumenta a agressividade e a carga de mentiras estampadas em suas páginas ao atacar violentamente os movimentos sociais, o governo Lula e os princípios de um jornalismo equilibrado.

Veja, ao privilegiar a aliança político/financeira com o violador do painel do Senado Federal, abre mão de qualquer credibilidade e respeito e se sujeita a ser rebaixada à cloaca da história como o forma milhares de panfletos da direita.